Enquanto você arruma sua vida, eu tento arrumar a bagunça que você deixou em mim. Enquanto você me ignora em todos os tipos de meios de comunicação possíveis, eu tento dizer que é apenas o tempo me dando uma lição. Enquanto você não me corresponde, tento me firmar só pra ter algo estável e palpável na minha vida. Mas falho miseravelmente. Voltando ao porém. Voltando aos clichês românticos de que alguém pode me curar de você, de que com o tempo passa.
Aí lembrei que é a amor, então pra que ser correspondido? Amor correspondido é amor falido porque não há pelo que lutar, não há o que assimilar. Que dói, dói, fere como um corte profundo, talvez seja um corte profundo na minha face pois toda vez que olho no espelho tento achar o que você não viu em mim, mas viu em outro alguém.
Enquanto eu tento dizer a mim mesma que o amor não precisa ser correspondido ,e sim foi que feito pra ser vivido, sofro da sofrência amarga do ser. Porque tão confuso quanto essas palavras, só o meu odiável amor por você.
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
segunda-feira, 19 de agosto de 2013
O que eu não consigo dizer pra você
Vice-Versa
Tenho medo de ver-te,
necessidade de ver-te,
esperança de ver-te,
insipidezes de ver-te,
tenho ganas de encontrar-te,
preocupação de encontrar-te,
certeza de encontrar-te,
pobres dúvidas de encontrar-te,
tenho urgência de ouvir-te,
alegria de ouvir-te,
boa sorte de ouvir-te,
e temores de ouvir-te,
ou seja,
resumindo
estou fodido
e radiante,
talvez mais o primeiro
que o segundo
e também vice-versa
Mário Benedetti
necessidade de ver-te,
esperança de ver-te,
insipidezes de ver-te,
tenho ganas de encontrar-te,
preocupação de encontrar-te,
certeza de encontrar-te,
pobres dúvidas de encontrar-te,
tenho urgência de ouvir-te,
alegria de ouvir-te,
boa sorte de ouvir-te,
e temores de ouvir-te,
ou seja,
resumindo
estou fodido
e radiante,
talvez mais o primeiro
que o segundo
e também vice-versa
Mário Benedetti
domingo, 4 de agosto de 2013
Sem título
Enquanto você existe me compromete em submissão fria,
acomete minha alma vadia de desejos remanescentes,
de lágrimas reticentes,
trata-me como se o ontem não existisse,
como se as palavras trocadas não ebulissem
não fossem nada entre nós,
e nesse nada é que me ponho a procurar,
motivos para que você possa me torturar
porque assim você sabe que eu existo
você sabe que eu não resisto,
vou lá e faço,
assim como fiz esse poema,
num dilema curto entre espaços
quebrei e consertei nossos laços...
Ouvindo: Mr Brightside - The Killers
acomete minha alma vadia de desejos remanescentes,
de lágrimas reticentes,
trata-me como se o ontem não existisse,
como se as palavras trocadas não ebulissem
não fossem nada entre nós,
e nesse nada é que me ponho a procurar,
motivos para que você possa me torturar
porque assim você sabe que eu existo
você sabe que eu não resisto,
vou lá e faço,
assim como fiz esse poema,
num dilema curto entre espaços
quebrei e consertei nossos laços...
Ouvindo: Mr Brightside - The Killers
domingo, 28 de julho de 2013
Encontros e desencontros
Numa viagem translúcida de cores,
numa procura inóspita por curar as dores,
nos chocamos como cometas,
nos enxergamos como a espelhos,
e amamos cada minuto como se
fosse o último
e mergulhamos num espaço próprio de ilusões e
sensações.
numa procura inóspita por curar as dores,
nos chocamos como cometas,
nos enxergamos como a espelhos,
e amamos cada minuto como se
fosse o último
e mergulhamos num espaço próprio de ilusões e
sensações.
domingo, 26 de maio de 2013
mais um poema por você e pra você
Desejos colidindo com os sentimentos,
Debruçando sobre minhas emoções
E brincando, com os instintos contrapondo
A febre pulsante me enlouquece
A sua ausência me entristece,
Mais do que entristecer me abala,
Me bagunça
Porque nesses sentimentos que não se findam
Nessa voz que não é ouvida
Existe um coração rompante,
Uma raiva flamejante
Que se fecha frente a dor
Que reflete as ações do amor
Desejo não amar mais
Desejo não sentir pra não ter que viver
Pra não ter que morrer cada dia de amor
quinta-feira, 21 de março de 2013
Enfim livre
Entre você e eu existe um calabouço, uma pangéia sentimental ou qualquer coisa que sirva pra significar nossa separação. Não havia luz, não havia paz, não havia nada em mim. Apenas a loucura que me perseguia toda vez que alguém menciona seu nome.
Por gosto á ti e ódio á mim esqueci de te esquecer. Meus sentidos sentiam sua presença em qualquer espaço comum á nós. E eu queria consumir você, me impregnar, mesmo que doa, mesmo que eu por fora seja uma rocha impenetrável. Outras horas não lidava com a indiferença a minha presença e queria te matar em mim, te fazer ver que eu sou o melhor pra você. Mas quem é o melhor pra alguém além de si mesmo?
Penso que posso estar liberta de toda aquela dúvida, de tudo aquilo que me aniquilava por dentro, de contar as horas que eu falava com você. Maldita tecnologia que me punha á disposição do seu ego 24 horas. Maldito celular que me força a lembrar do que me liga a você. Eu realmente me libertei, dos grilhões que me prendiam ao seu amor. Agora não estou mais presa ao passado, ao poderia ser, e não ao que é.
Preciso da realidade e agora não mais de você. Preciso sentir amor, amor pelo que eu gosto, amor por um bom livro, amor pelos meus amigos, amor por um sorvete que me refresca nesses dias calorosos. Dedico todo o meu amor ao que me faz bem, adeus ser masoquista que tanto se feriu ao se dedicar á outro alguém.
Por gosto á ti e ódio á mim esqueci de te esquecer. Meus sentidos sentiam sua presença em qualquer espaço comum á nós. E eu queria consumir você, me impregnar, mesmo que doa, mesmo que eu por fora seja uma rocha impenetrável. Outras horas não lidava com a indiferença a minha presença e queria te matar em mim, te fazer ver que eu sou o melhor pra você. Mas quem é o melhor pra alguém além de si mesmo?
Penso que posso estar liberta de toda aquela dúvida, de tudo aquilo que me aniquilava por dentro, de contar as horas que eu falava com você. Maldita tecnologia que me punha á disposição do seu ego 24 horas. Maldito celular que me força a lembrar do que me liga a você. Eu realmente me libertei, dos grilhões que me prendiam ao seu amor. Agora não estou mais presa ao passado, ao poderia ser, e não ao que é.
Preciso da realidade e agora não mais de você. Preciso sentir amor, amor pelo que eu gosto, amor por um bom livro, amor pelos meus amigos, amor por um sorvete que me refresca nesses dias calorosos. Dedico todo o meu amor ao que me faz bem, adeus ser masoquista que tanto se feriu ao se dedicar á outro alguém.
terça-feira, 12 de março de 2013
Perdoe-me pelos meus passos afobados,
sem limites dotados,
sem prever os contratempos que me levaram até você.
Perdoe-me pelo beijo não conquistado, pelo toque almejado,por me privar de você passando tempo demais á te observar,
Perdoe-me por minha ambição consumindo meu coração
me cegando subitamente.
Perdoe-me pelas palavras inesperadas,por ter deixado
meus sentimentos evidentes demais.
Perdoe-me por essa doce tristeza,
que aperta meu peito,
e eu sei porque,
mais uma vez querer é sofrer.
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